O “autismo” pode afetar diversas áreas que compõem o desenvolvimento humano. As principais são: as áreas sócio-afetiva, comportamental, cognitiva e motora. Estudos mostram que a atividade física (quando aplicada da forma correta e por um profissional qualificado, que atue respeitando as diferenças entre os alunos), pode promover contribuições positivas para crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista).

Tendo em vista que grande parte das crianças e adolescentes com TEA não tem acesso a um tratamento adequado e a quantidade de terapias necessárias, a educação física escolar ocupa um papel fundamental no desenvolvimento destes alunos.

Alguns exercícios podem contribuir e ajudar o autista a vencer algumas fragilidades no equilíbrio, coordenação, planejamento motor e, principalmente, no convívio social que lhe é proporcionado no ambiente escolar. A ausência de atividade física na rotina do autista pode impactar na sua autonomia e prejudicar nas tarefas diárias como caminhar ou vestir uma roupa.

O educador, seja ele da área da educação física ou qualquer outra disciplina escolar, deve desempenhar um papel de facilitador e, de maneira inclusiva, permitir às crianças com TEA ou qualquer outra condição, total interação nas aulas e seu pleno direito respeitado de acordo com a Lei 9.394/96.

Segundo dados do CDC (Center of Deseases control and Prevention), existe hoje um caso de autismo a cada 110 pessoas. Com seus 211 milhões de habitantes, estima-se que o Brasil possua 2 milhões de autistas.

Com informações do www.usp.br/espacoaberto e www.efdeportes.com


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