A eleição deste domingo, 25 de outubro de 2026, ficará para a história do País. O brasileiro irá às urnas para decidir o futuro do Brasil. Se quer um país democrático, justo, soberano e próspero ou um país medíocre, novamente tratado como párea, injusto, violento e de esmagadora maioria de famintos, enquanto uma horda de abastados e desqualificados enriquecem-se cada vez mais.

Ontem, Lula e Flávio Bolsonaro realizaram o último debate presidencial, transmitido pela Rede Globo. Para quem assistiu (os índices de audiência chegaram a níveis da audiência da Copa do Mundo, segundo o Ibope) não houve dúvidas. Lula foi infinitamente superior ao adversário.

Para tirar as dúvidas, o jornal O Estado de S. Paulo contratou o Instituto Travessia para realizar uma “pesquisa qualitativa” para medir a decisão do voto pós-debate. Das 12 pessoas reunidas, trẽs eram apoiadoras de Lula, três de Flávio e 6 indecisos. Ao final, dos seis indecisos, cinco disseram que votarão em Lula. Um continuou indeciso. Pressupõe-se que o placar tenho ficado em 8 a 3 para Lula.

Flávio Bolsonaro foi o de sempre; desrespeitoso, arrogante e desconhecedor de diversos assuntos. Entre os pontos mais marcantes do debate foi a desfaçatez com que Flávio abordou o assassinato de menina Ana Clara, 5, de maneira jocosa e desrespeitosa com a mãe da criança que estava presente na plateia. Flávio, além de defender o assassino,, confundiu o nome da mãe da menina. Outro ponto absurdo provocado por Flávio foi a maneira abjeta que tratou o presidente Lula sobre o fato de não ter um dedo em uma das mãos.

A sensação geral entre os indecisos é que Lula é mais experiente, enquanto Flávio não tem empatia e preparo para exercer a presidência da República. Para quem ainda não sabe o destino do seu voto, aqui vai uma dica, entra no site https://bolsomaster.site/ e dá uma lida. Depois, você conta!

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